O problema com a inspiração (OU: voltei)

Você provavelmente achou que o bloguinho tinha morrido, tadinho. Mas não morreu. Quase quatro meses depois (nossa, QUATRO MESES) eu voltei, com um post que é sim pertinente ao tema mas também ao lapso esquisito que tivemos nesse período.

A semana do bullet journal (que agora é realmente uma patente, tipo no poo, infelizmente) não foi uma ideia tão boa a médio prazo. Eu fiquei com um pouco de raiva de ter tido que postar quando eu não tinha nada pra dizer e admito que fiz alguns posts bem sem vontade, masss isso mudou. Espero. Enfim. Vamos por partes.

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5 passos para realmente cumprir suas resoluções de fim de ano

“Novo ano, novo começo”, não é isso que a gente vive falando? Especialmente depois de um ano tão difícil quanto 2016, queremos acreditar no clichê dos novos começos e da oportunidade de começar do zero. Isso se repete ao longo dos meses e das semanas em menor escala, porque parece que é mais fácil começar algo com a renovação de um ciclo. Na mudança de ano, então, idealizamos tudo que queremos mudar e fazemos as tais resoluções, geralmente pra nunca cumprir.

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A arte da procrastinação estruturada

Acho que um tópico mais do que justo depois desse breve desaparecimento (sinto muito por isso, aliás) é a famosa procrastinação. Mais especificamente, a procrastinação estruturada, que é um termo inventado por John Perry, professor de filosofia. Eu peguei o livro dele (The Art of Procrastination, ou A Arte da Procrastinação) emprestado com uma amiga há algumas semanas, e quando eu finalmente parei de procrastinar o suficiente pra ler, me identifiquei com muito do que ele fala.

Basicamente, Perry diz que procrastinação não é uma falha de caráter ou de personalidade que deve ser corrigida a qualquer custo, como nos convenceram os que não têm esse problema. Ela pode ser um obstáculo ou pode ser simplesmente um método diferente de cumprir tarefas, principalmente se você for, como eu, um procrastinador estruturado.

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Mitos sobre organização e produtividade

Por causa da aura construída em volta do maravilhoso mundo da organização e produtividade, é muito comum que muitas pessoas não se aproximem muito desses temas. Ou, quando tentam, ficam com a impressão que é preciso ter um tipo de caderno muito caro, uma caneta a tinta, praticar a caligrafa perfeita, arrancar uma página porque você errou uma letra, e outros perfeccionismos do tipo.

Realmente, as empresas de materiais de papelaria promovem isso, além das comunidades na internet, principalmente no Instagram, que criam uma imagem bastante romantizada da agenda, do caderno, da letra perfeitos. É tudo muito bonitinho, e até inspirador em certa medida, mas também é tóxico.

Se preocupar demais com a aparência ou os materiais que você vai usar mesmo antes de começar é só mais um entrave pra se organizar e realmente fazer as coisas. Quatro grandes mitos sobre a área de organização e produtividade são referentes a disciplina, talento, tempo e dinheiro, e é sobre eles que vamos falar hoje.

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Como maximizar seu tempo livre

Se você leu o último post, já pensou um pouco sobre seus horários de alta e baixa produtividade e, mesmo que ainda não tenha montado sua grade de horário, já tem uma noção de como ela vai ser. Se você já montou seu horário e já consegue visualizar seus horários livres, você deve estar frustrado, como eu, de ver o quão pouco dele nós temos.

Na verdade, essa é a mentalidade errada pra lidar com as “brechas” no nosso horário. Se formos pensar nisso em números, nós temos 120 horas no total só nos dias úteis. Se dormirmos as 8 horas recomendadas todos os dias, sobram 80 horas. Se estudarmos a média de 6 horas por dia de cursos de meio período, sobram 50. Se você tem um estágio ou trabalho de meio período (6 horas), sobram 20. Ou seja, você teoricamente tem quase um dia inteiro de “tempo livre” nos seus dias úteis.

Com aspas, é claro, porque nessa conta não entram necessidades básicas como refeições e tempo gasto em transporte, por exemplo. Mas, nesse post, vamos considerar que são 20 horas, já que vamos pensar em como usar ao máximo o seu tempo fora das suas obrigações, ou horários fixos.

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